A autora deste blog não tem por interesse o compromisso com a seriedade ou discussões aprofundadas sobre qualquer assunto que a faça perder tempo em respostas aos comentários postados e sim abordar pensamentos aleatórios construídos em momentos de extremo ócio em ônibus lotados, filas de banco, salas de aula e discussões idiotas decorrentes destes. Se essa não é sua área de interesse, por favor clicar no xis vermelho no canto superior direito da sua tela.
Helena Bonham Carter tem 46 anos, 1.60m e muito talento. Casada desde 2001 com o diretor americano Tim Burton, transformou-se em musa de seus filmes. É dona de um visual extravagante e um talento extraordinário e pouco reconhecido por Hollywood.
A cada filme, Bonham Carter impressiona com sua incrível capacidade de mutação. Segue abaixo alguns de seus personagens mais memoráveis.
Como Marla Singer em Clube da Luta em 1999
Como Ari em Planeta dos macacos em 2001
Como Jennifer Hill e a bruxa em Peixe grande em 2003
Como Ana Bolena em Henrique VIII de 2003
Como a Sra. Bucket em A fantástica fábrica de chocolate de 2005
Calmaê, bebê... Os vídeos tem sugestão ao sexo, nada de pornografia. Coisa de alto padrão. Eu garanto! Mas por desencargo de consciência, tira as crianças da frente do PC, por favor.
Enjoy!
3. Rubí - Babasónicos
Essa banda linda é argentina e decidiu fazer um vídeo igualmente lindo com um rapazinho... é... um rapazinho... se aliviando do stress.
2. Heart shaped glasses - Marilyn Manson
Esse clipe tem a participação da linda atriz Evan Rachel Wood, na época (PASMEM) namorada do cantor, com seus óculos em forma de coração à la Lolita. Dizem as más línguas que os dois fizeram sexo DE VERDADE nesse vídeo.
1. Pussy - Rammstein
Bem, o título da música é autoexplicativo, né? Esse vídeo aí da banda alemã Rammstein foi editado para o Youtube.
Se ficou curioso pela versão sem cortes, clique aqui para a versão +18. Mas já sabe: só se for maior e não tiver crianças na frente do PC.
Quem nunca sentiu aquela fisgadinha quando viu a pessoa amada dando trela para outra pessoa? Ou quis esganar a pessoa que tomou a atenção de seu objeto de desejo? Ciúme. Pois é, esse sentimento tão comum e tão intenso dilacera o coração de quem ama. E muitos artistas trataram de falar sobre ele. Então, mais um top 3 para os ciumentos de plantão:
3. Ciúme - Ultraje a rigor
Anos 80, homens machistas e mulheres "moderninhas" resumem a música.
2. Jealous guy - John Lennon
A música de John Lennon mais interpretada por artistas desse mundo fala de um rapazinho que sente ciúmes da amada por pura insegurança. Ow... A música é uma das faixas de Imagine, o mais famoso disco do artista.
Olha que bonitinho... Desde 2006, a banda norte-americana The Killers lança um single de natal com renda revertida à organização filantrópica RED, destinada a portadores da AIDS.
Os últimos anos renderam clipes estranhos e músicas de letras ainda mais estranhas, mas que valem a conferida.
FELIZ NATAL, MOTHERFUCKERS!
Boots (2010)
The cowboy's Christmas ball (2011)
I feel it in my bones (2012)
Mas a minha preferida ainda é a Don't shoot me, Santa!, de 2007.
Sabe quando o relacionamento entra naquele clima de "acabou"? Pois é, muitas vezes tem um que ainda insiste, ainda quer, ainda ama. A esses dedico esse Top 3!
3. Não se vá - Thiago Pethit
Thiago Pethit nasceu em São Paulo e tem dois discos lançados, no entanto, circula pouco na mídia. A música Não se vá foi escrita depois de um período de depressão sofrido pelo rapazinho aí. Nível: Deixa disso... Vamos tentar de novo.
2. Don't Speak - No doubt.
Essa embalou muitos términos de namoro nos anos 90. A música foi escrita pela própria Gwen Stefani para seu ex-namorado, e baixista do No doubt, Tony Kanal. Nível: EU NÃO QUEROOO!
1. Ne me quitte pas - Jacques Brel
Jacques Brel escreveu esse hino do amor que tá indo pras cucuias quando se apaixonou por Suzanne Gabrielle que nem tava muito a fim do rapaz, que foi chorar as pitangas EM REDE NACIONAL, implorando que ela não o deixasse.
Suzanne teve dó e reengatou o relacionament, mas dessa vez, foi ELE que a abandonou. Triste.
Nível: PELO AMOR DE DEUS, NÃO FAZ ISSO COMIGO!
“Gonzaga – de pai para filho” tem direção de Breno Silveira,
o mesmo de “2 filhos de Francisco”, e é inspirado na biografia “Gonzaguinha e
Gonzagão – Uma história brasileira”, de Regina Echeverria e em entrevista feita
por Gonzaguinha com o pai nos anos 80. O filme foca na relação conturbada entre
estes dois ícones da música popular brasileira. Uma verdadeira viagem freudiana
num confronto de pai e filho que debatem, acusam e se defendem, tudo embalado pela trilha sonora impecável dos
dois músicos (a cena em que Gonzaguinha sai de casa ao som de "com a perna no mundo" é muito linda!) .
O longa não trata apenas de música ou de história de vida
(erro comuns às cinebiografias de músicos), mas passeia entre ambos, pela história,
pela cultura e pelo intricado das relações humanas.
O filme comove sem ser piegas, sem sentimentalismos. Cru e
bonito, “Gonzaga” retrata nossa história musical, política e cultural em 60
anos retratados em forma de música e de uma fotografia primorosas. Atentem para
a atuação de Julio Andrade (como Gonzaguinha) que assombra pela semelhança e
pela interpretação.
Um dos raros filmes no qual se ri, chora, se identifica,
mergulha e se emociona. Uma ode à cultura nordestina e à luta política pela
democracia no Brasil.
* Esta é uma crítica de uma pessoa que gosta de assistir a filmes. Favor, não esperar linguagem ou mimimi de crítico chato de cinema.